Bolsonaro sinaliza 4ª parcela do auxílio emergencial, mas com novo valor

Bolsonaro sinaliza 4ª parcela do auxílio emergencial, mas com novo valor

Nesta última terça-feira, 26 de maio, o atual Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (sem partido), voltou a falar sobre o auxílio emergencial que foi liberado após a pandemia do novo coronavírus. Segundo Bolsonaro, uma quarta parcela poderá ser paga, no entanto, com um valor menor. 

Atualmente, o benefício é pago no valor de R$600,00. Contudo, nesta última semana, durante uma reunião com Governadores, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que a quarta parcela poderia ser de R$200,00.

“Estamos pagando a segunda parcela, teremos a terceira e nos preparamos para uma quarta, que será um valor menor. Cada parcela está na casa dos R$ 35 bilhões, esse dinheiro vai para o endividamento do Tesouro. Essa ajuda colabora e muito para não termos problemas sociais. Agora o Brasil tem de voltar à normalidade. Estou exausto de falar que desde o começo a gente tinha dois problemas: o vírus e o desemprego. E foi tratado apenas um com exclusividade, as consequências estão vindo.”

Para falar sobre o rumo pelo qual a economia segue, o Presidente utilizou uma parábola. “A parábola do sapo fervido. Você bota um sapo num caldeirão de água numa temperatura da lagoa, ele fica a vida toda, se você colocar um foguinho ele vai ficando, vai se sentindo relaxado, inchando, e quando pensa em sair quando está muito quente, está muito tarde. A questão da economia é a mesma coisa. Em muitos pontos do Brasil, o pobre está ficando miserável e a classe média está ficando pobre. Precisamos voltar o mais próximo da normalidade possível, caso contrário entraremos na síndrome do sapo fervido.”

Ainda segundo Bolsonaro, nesta quarta-feira, 27 de maio, ele assinará o texto aprovado no Congresso, onde fica estabelecido uma ajuda aos estados e municípios. “Amanhã [quarta-feira], último dia, com vetos. Injeção de R$ 60 bilhões em estados e municípios, mas os prefeitos e governadores sabem que não terão outra oportunidade. Nós não podemos continuar socorrendo estados e municípios, que devem no meu entender, de forma racional, começar a abrir o mercado.” Para finalizar, o Presidente adiantou que deve vetar o ponto onde há a possibilidade de reajuste de salários dos servidores. O veto ao ponto foi um pedido de Guedes.

Fonte: CNNBrasil

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