Durante entrevista, Bolsonaro confirma quarta parcela do auxílio emergencial e comenta que pode haver quinta

Durante entrevista, Bolsonaro confirma quarta parcela do auxílio emergencial e comenta que pode haver quinta
Bolsonaro confirmou a quarta parcela do auxílio emergencial, além disso, comentou sobre a possibilidade de uma quinta. Em meio a pandemia do Coronavírus, o governo do Brasil teve que adotar diversas medidas para impedir que o vírus se espalhasse com extrema facilidade. Por conta disso, uma quarentena e um isolamento social foi exigido na maioria dos Estados do país. Entretanto, esse fato, acabou afetando diretamente a renda de diversas famílias que dependiam do trabalho informal, principalmente daqueles que são mais necessitadas. Pensando nisso, o governo, disponibilizou um auxílio de 600 reais para todos os trabalhadores informais que cumpriam alguns requisitos básicos.

Milhões de brasileiros foram beneficiados com o dinheiro do auxílio. Muitos dependem exclusivamente da quantia para conseguir colocar comida na mesa. Infelizmente, a pobreza e a péssima distribuição de renda, são problemas graves em nosso país. As primeiras informações referentes ao auxílio diziam que o benefício iria durar por três meses. Atualmente, está sendo distribuído o valor da segunda parcela. Contudo, recentemente, foi divulgado que o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, disse que pretender estender o benefício por mais dois meses, visto que a pandemia no país continua e os casos apenas parecem aumentar a cada dia que passa.

Bolsonaro concedeu uma entrevista para a rádio Jovem Pan, onde comentou sobre o assunto. Ele disse que conversou com Paulo Guedes (Ministro da Economia) e que será necessário dar uma amortecida no valor atual. O presidente confirmou que o benefício poderá ser estendido, porém, não continuará com o valor de 600 reais. Provavelmente sendo diminuída para o valor de 300 reais ou mesmo 400 reais. Além disso, Bolsonaro, não descartou a possibilidade de uma quinta parcela, entretanto, novamente com o valor reduzindo, podendo ser de 200 ou 300 reais.

O presidente justificou a diminuição do benefício, afirmando que a economia precisa “pegar”. Ele participou de reuniões com empresários juntamente com Guedes, onde o grupo analisou diminuir o benefício para 200 reais. Essa é uma medida tomada para que o programa seja encerrado de maneira gradual, como defende o Ministro Guedes. De acordo com Guedes, caso o benefício continuasse a se estender, muitas pessoas não iriam querer trabalhar e depender apenas do dinheiro recebido pelo governo.

Via: oglobo.globo.com

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