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No dia da mulher, Marina Ruy Barbosa reflete sobre feminismo e rivalidade feminina: ‘Precisamos juntas desconstruir essa rivalidade’

Com seu nome envolvido em polêmicas, atriz pediu para que as mulheres se unam e mudem a sociedade

A sexta-feira (08) é especial, já que é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Inspirada pela data, Marina Ruy Barbosa postou um texto em seu perfil no Instagram, refletindo sobre feminismo e relação entre as mulheres.

“Oito de março é o dia da mulher. Mas muitas vezes a gente passa por essas datas sem nem entender direito, até porque tudo hoje em dia acaba indo para um viés comercial e superficial. Esse dia existe para relembrar nossas conquistas sociais, políticas e culturais ao longo dos anos. (Tudo bem que ainda falta muito, mas…). E para relembrar também o quanto devemos unir nossas forças. Vamos desaprender o que a sociedade ensinou sobre as mulheres. Precisamos juntas desconstruir essa rivalidade que criaram entre nós”.

Marina continua e reflete sobre o impacto da sociedade na relação entre mulheres.

“Comece por você a mudança que quer ver em outra mulher. Hoje em dia, uma das coisas que mais penso antes de dizer algo sobre outra mulher é que quando eu atinjo uma mulher estou automaticamente me atingindo. Não seja uma feminista opressora. Com certeza o falar é mais fácil do que o agir. Colocar em prática atitudes feministas diante de uma sociedade que todos os dias propaga a rivalidade e competitividade entre as mulheres não é fácil. Mas é um esforço diário, e olhar atento para todas as atitudes que temos”.

A atriz pede para que antes de atacar outra mulher, que faça uma reflexão sobre o que aquela pessoa está passando.

“Devemos ter atenção, ninguém sabe a dor que a outra sente, problemas, angústias, cobranças. Antes de acusar, julgar, expor, procure saber, vá atrás da verdade, pois suas atitudes e comentários podem trazer um mal irreversível para outra mana. Uma das coisas que eu aprendi com o feminismo é não atacar outra mulher, mesmo até que ela faça isso comigo”.

“O que nós precisamos fazer é parar de nos culpar. É acreditar na irmandade e solidariedade entre as mulheres. Em uma sociedade que estimula a competição entre nós, a sonoridade vai na contramão desse conceito”, finalizou.

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Fonte: contigo

Arjona

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