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Uma história edificante: homem deixou sua esposa para morrer num náufrago, e se foi com o último bote salva-vidas

A vida reserva muitas surpresas, ás vezes é preciso tomar decisões extremamente dolorosas para salvar e cuidar de quem se ama, ciente de que, mesmo tomando a decisão mais coerente no momento, terá de lidar com as marcas para o resto da vida.

Conheça essa história que retrata perfeitamente esse tipo de situação. Nem sempre o fato é o mais brilhante que mereça reconhecimento, ao contrário, pode ter sido uma situação extrema em que a vida e morte estão lado a lado nas mãos de outra pessoa.

A história desse homem é triste e difícil, ele é professor e levou para sala e aula a história do naufrágio de um cruzeiro no meio do oceano.

Marido e mulher foram às últimas pessoas a conseguir um bote salva-vidas, sendo que só restava aquele para os dois. Em meio ao desespero e pânico que assolam as pessoas num momento como este, o marido tinha que decidir quem ficaria com o bote, então de súbito ele empurrou a esposa e pulou no bote salva-vidas. No momento em que o marido se afastava no bote, a mulher gritava e acenava para ele enquanto o navio afundava.

O professor interrompeu a narrativa e quis saber dos alunos, se eles poderiam adivinhar ou dar uma dica sobre o que a mulher dizia para o marido.

Foi um momento de muito falatório como era de se esperar, todos queriam dar sua opinião, muitos disseram que ela deveria estar xingando o marido, chamando-o de egoísta, indignada como que ele fez.

O professor notou que um dos alunos preferiu não participar do debate, ele permaneceu em silêncio no canto da sala. Curiosos, o professor se dirigiu a ele e perguntou o que achava. O menino então disse; “Cuide dos nossos filhos!”

A resposta certa foi dada por um único aluno, na verdade ele presenciou a morte da mãe e ela disse ao pai, no caso marido, para cuidar dos filhos.

O naufrágio é uma história da vida real, o marido sobreviveu e cuidou da menina. Muitos anos depois a história foi descoberta pela filha, já adulta, quando por acaso leu o diário do pai depois de falecido.

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