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Poucas pessoas sabem, mas mulheres com doenças de mama têm direitos a benefícios, Confira

Quando uma mulher é diagnosticada com a doença oncológica de mama (doenças de mama) é como se o mundo todo ao seu redor desabasse e não há tempo a perder! Cada segundo começa torna-se uma luta em prol da sua própria vida. Serão remédios caros para comprar ou conseguir com o SUS, tratamentos super invasivos serão iniciados e ela provavelmente terá a necessidade de uma terapia que a ajude a entender e a ter forças para superar tudo o que está acontecendo. Somente no Brasil, no ano passado de 2017, 21 mil mulheres foram diagnosticadas com a doença oncológica de mama e acabaram afastadas dos seus respectivos trabalhos.

E ainda há mais este ponto onde larga-se o trabalho para dedicar-se à batalha para a sua vida. No ano de 2018, estima-se que quase 60 mil casos sejam diagnosticados de acordo com o Instituto Nacional José Alencar Gomes da SIlva (Inca). Poucas sabem, mas as mulheres que têm neoplasia maligna de mama têm direito ao auxílio doença e até, em casos mais graves, aposentadoria por invalidez. Na fase sintomática da doença, a mulher que tiver sido empregada com carteira assinada pode sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e também o outro benefício PIS/ Pasep.

Saiba mais sobre a doença oncológica de mama

O que é a doença oncológica de mama?

doença oncológica de mama é um tumor maligno que se desenvolve na mama como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de células da mama, que passam a se dividir descontroladamente. Ocorre o crescimento anormal das células mamárias, tanto do ducto mamário quanto dos glóbulos mamários. Esse é o tipo de doença oncológica que mais acomete as mulheres em todo o mundo, sendo 1,38 milhões de novos casos e 458 mil mortes pela doença por ano, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). A proporção em homens e mulheres é de 1:100 – ou seja, para cada 100 mulheres com a doença oncológica de mama, um homem terá a doença. No Brasil, o Ministério da Saúde estima 52.680 casos novos em um ano, com um risco estimado de 52 casos a cada 100 mil mulheres. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, cerca de uma a cada 12 mulheres terão um tumor nas mamas até os 90 anos de idade. Segundo o INCA, é que represente, em 2016, 28,1% do total das doença oncológica de mama da mulher.
Tipos
Existem diversos tipos e subtipos da doença oncológica de mama. No geral, o diagnóstico leva em conta alguns critérios: se o tumor é ou não invasivo, seu tipo tipo histológico, avaliação imuno-histoquímica e seu estadio (extensão):

Tumor invasivo ou não
Uma doença oncológica de mama não invasivo, também chamado de oncológica in situ, é aquele que está contido em algum ponto da mama, sem se espalhar para outros órgãos – a membrana que reveste o tumor não se rompe, e as células  ficam concentradas dentro daquele nódulo. Já o tipo invasivo acontece quando essa membrana se rompe e as células  invadem outros pontos do organismo. Todo oncologica in situ tem potencial para se transformar em invasor.

Avaliação Imuno-histoquímica
Também chamada de IQH, a avaliação imuno-histoquímica para a doença oncológica de mama avalia se aquele tumor tem os chamados receptores hormonais. Aproximadamente 65 a 70% dos oncológica de mama tem esses receptores, que são uma espécie de ancoradouro para um determinado hormônio. Existem três tipos de receptores hormonais: o de estrógeno, o de progesterona e o de HER-2. Esses receptores fazem com que o determinado hormônio seja atraído para o tumor, se ligando ao receptor e fazendo com que essa célula maligna se divida, agravando a doença.

A progesterona e o estrógeno são hormônios que circulam normalmente por nosso organismo, que podem se ligar aos receptores hormonais da doença oncológica de mama , quando houver. Já o HER-2 (sigla para receptor 2 do fator de crescimento epidérmico humano) é um gene que pode ser encontrado em todas as células do corpo humano, que tem como função ajudar a célula nos processos de divisão celular. O gene HER-2 faz com que a célula produza uma proteína chamada proteína HER-2, que fica na superfície das células. De tempos em tempos, a proteína HER-2 envia sinais para o núcleo da célula, avisando que chegou o momento da divisão celular. Na mama, cada célula possui duas cópias do gene HER-2, que contribuem para o funcionamento normal destas células. Porém, em algumas pacientes ocorre o aparecimento de um grande número de genes HER-2 no interior das células da mama. Com o aumento do número de genes HER-2 no núcleo, ficará também aumentado o número de receptores HER-2 na superfície das células.

Para maiores Informações e dúvidas sobre a doença oncológica de mama procure seu médico.

“Este é um blog de notícias que contém alguns tratamentos caseiros. Elas não substituem um especialista. Consulte sempre seu médico.”

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Nati Arjona

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