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10 coisas que um ginecologista detesta em uma paciente, veja a lista:

Toda mulher deve ir pelo menos uma vez por ano ao ginecologista, que é o médico que cuida da parte ginecológica da mulher, ele fará uma bateria completa de exames para verificar  como anda  a saúde do aparelho reprodutor feminino e as mamas. Seu significado literal é “a ciência da mulher”.

O médico ginecologista cuida da mulher desde a puberdade, com a chegada da primeira menstruação, até a terceira idade, quando as mulheres entram na menopausa. Esse especialista é quem vai tratar desde problemas como cólicas menstruais até patologias como endometriose, doenças sexualmente transmissíveis, problemas relacionados com a sexualidade, entre outros. É também o ginecologista que ajudará a mulher a escolher o melhor o método anticoncepcional de acordo com suas necessidades.

Mas algumas mulheres se negam a ir a esse especialista ou por medo ou por não saberem que ele é o responsável a dar a ela uma vida mais saudável. Mas, algumas vão ao seu consultório com algumas manias e medos, que eles detestam. Veja quais são:

10 coisas que os ginecologistas provavelmente detestam em suas pacientes.

1 –  Medo ou vergonha de deixar o médico examinar,

2 – Fazer consultas no Google e chegar lá cheia de ideias errôneas.

3 – Ter medo de assédio sexual por parte do médico.

4 – Ir ao médico somente quando a doença já se instalou e fica difícil o tratamento.

5 – Não falar a verdade, esconder sintomas e outros detalhes sobre o que está sentindo.

6 – Não tomar os remédios pelo período indicado pelo médico.

7 – Discutirem com o médico, sem sequer ouvir seus conselhos.

8 – Não ter higiene.

9 – Não realizar os exames pedidos.

10 – Ser irresponsável e não usar as formas de prevenção de doenças.

POR QUE IR AO GINECOLOGISTA É IMPORTANTE?

Confira abaixo cinco razões para tornar a consulta ginecológica parte da rotina feminina:

1. Prevenir câncer de mama e de colo de útero

Uma vez que o câncer de mama é o que mais afeta as mulheres, é essencial que o ginecologista examine os seios da paciente e que realize a mamografia, se esta for necessária. Em segundo lugar entre as maiores causas de câncer na população feminina está câncer de colo de útero, responsável por 15% dos tumores malignos. Para preveni-lo, o teste Papanicolau deve ser realizado anualmente, pois é um instrumento de extrema importância para o diagnóstico precoce. Conforme a médica, se a doença for detectada logo no início, as chances de cura podem chegar a até 95%.

2. Tratar irregularidades menstruais

Cólicas, aumento do fluxo menstrual ou ausência de menstruação são sinais que precisam ser discutidos com um ginecologista. Essas irregularidades devem ser avaliadas por um especialista, já que podem ser sintomas de uma série de doenças como síndrome dos ovários policísticos (ovários aumentados e com cistos), problemas de tireoide (glândula responsável pela produção de hormônios essenciais para o bom funcionamento do corpo feminino) e até desnutrição (decorrente de distúrbios alimentares como anemia e bulimia).

3. Identificar e controlar desequilíbrios hormonais

Perturbações físicas e psicológicas podem facilmente ser consequência de alterações hormonais durante o período pré-menstrual, a gravidez ou a menopausa. A substituição hormonal, se orientada por um ginecologista, pode suprir a falta de hormônios como progesterona, aliviando os sintomas.

4. Definir métodos contraceptivos

Cada mulher é diferente quando o assunto são métodos contraceptivos. O médico ginecologista é o responsável por ajustar as opções existentes conforme o organismo e as preferências de cada paciente.

5. Tratar disfunções sexuais

Estima-se que de 19 a 50% das mulheres possuem disfunções sexuais, a exemplo de dores vaginais durante a relação sexual, falta de desejo e dificuldade de atingir orgasmo, conforme Karina. Os motivos para isso podem ser psicológicos (depressão, timidez, fobia social, transtorno de humor, culpa, ansiedade, estresse, etc) ou físicos (baixa testosterona, diabetes, doenças cardiovasculares, uso de drogas, insuficiência renal crônica, deficiência de zinco, etc). O ginecologista pode ajudar a paciente a descobrir causas e soluções para essas disfunções.

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