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Polêmica: 20 anos de prisão para a viúva da mega sena; e Veja o que é revelado…

Ouvida no última dia do julgamento no qual responde pela morte do marido, Renné Senna, ganhador da Mega-Sena, a ex-cabeleireira Adriana Ferreira Almeida afirmou, nesta quinta-feira, que amava o companheiro, negando já ter declarado no passado que “nutria apenas um carinho” pelo milionário. Após o encerramento do depoimento de Adriana, haverá o debate final entre a promotoria e a defesa. Em seguida, os jurados irão se reunir para chegar ao veredicto.

— Eu podia ter sacado o dinheiro, se quisesse, mas preferi deixar aplicado. Hoje a conta tem mais de R$ 4 milhões e está bloqueada — declarou Adriana.

— Parabéns para ela.

No primeiro julgamento — do qual a viúva foi inocentada —, o júri era formado por cinco homens e duas mulheres. Hoje, o júri é composto por cinco mulheres e dois homens.

Sentença anulada
Adriana foi inocentada em 2011, mas a sentença foi anulada em 2014 pelo Tribunal de Justiça. Isso porque o motorista Otávio dos Santos Pereira, genro do milionário, denunciou quebra de incomunicabilidade de dois jurados. Segundo o Código de Processo Penal, nesses casos, é decretada a nulidade do julgamento, já que os jurados não podem ter contato entre si, com testemunhas ou com o mundo exterior, para evitar que sejam influenciados. Eles teriam ido a um posto de gasolina em frente ao hotel.

Os executores, Anderson de Souza e Ednei Pereira, ambos ex-seguranças de René, e que teriam sido contratados por Adriana, foram condenados em 2009 a 18 anos de prisão.

O namoro
Ex-lavrador, René Senna começou o relacionamento com Adriana, 25 anos mas nova que ele, ainda em 2005, após ganhar R$ 52 milhões. Segundo pessoas próximas a Renné, ele tentava se aproximar dela antes, mas só teve sucesso após conquistar o prêmio. E logo colocou a viúva em seu testamento como herdeira de metade de seus bens.

Com o relacionamento, Adriana abandonou o emprego de cabeleireira e foi morar com René em uma fazenda, avaliada na época em R$ 9 milhões.

A morte do milionário
No dia 7 de janeiro de 2007, René estava num bar perto de sua fazenda quando dois homens encapuzados chegaram numa moto. O garupa efetuou vários disparos, matando o milionário na hora. Renné, que havia perdido as duas pernas por complicações de diabetes, foi atingido na nuca, na têmpora esquerda, no olho e no queixo. Adriana foi acusada pela família da vítima de ser a mandante da execução.

Viúva da Mega-Sena: ‘Eu tinha tudo’, diz ela sobre época antes da morte de Renné Senna

O último dia de julgamento da ex-cabeleireira Adriana Ferreira Almeida — acusada de ser a mandante da morte do milionário Renné Senna, com quem era casada, em 2007 — teve a última etapa de depoimentos encerrada nesta tarde com o interrogatório da própria ré. Perguntada por seu advogado, Jackson Costa Rodrigues, se ela imaginava quem poderia ter ordenado o crime, Adriana respondeu: “Alguém que fosse favorecido com a morte dele”. Mais cedo, ela já havia afirmado que não ordenou a morte do marido e que a vida estava muito melhor quando ele era vivo: “Eu tinha tudo”.

‘Viúva da Mega-Sena’ é condenada a 20 anos de prisão no interior do RJ

Adriana Ferreira de Almeida, que ficou conhecida como a “Viúva da Mega-Sena”, foi condenada a 20 anos de prisão homicídio triplamente qualificado na noite desta quinta-feira (15) no julgamento que durou três dias no fórum de Rio Bonito (RJ). Dezesseis testemunhas foram ouvidas, sendo oito de acusação e oito de defesa. A condenação levou em consideração que o crime teve motivo torpe (que fere a moral) e deverá ser cumprida em “regime inicialmente fechado”.

O interrogatório da ex-cabeleireira durou mais de cinco horas. Ela era acusada de mandar matar o companheiro, o ex-lavrador Renné Senna. O crime ocorreu em 2007, dois anos depois da vítima ter ganhado R$ 52 milhões de reais na mega-sena. O advogado de Adriana diz que vai tentar anular o julgamento.

A decisão pode influenciar também um outro processo, só que na área cível, disputado entre os parentes de Renné Senna e Adriana para ver que tem direito à herança milionária deixada pelo ex-lavrador.

Renné foi morto com quatro tiros em um bar de Rio Bonito. Os dois assassinos foram descobertos e condenados a dezoito anos de prisão. A promotoria defendeu a tese que os assassinos foram pagos por Adriana. Ela teria planejado o assassinato depois que o companheiro descobriu que ela tinha um amante e ameaçou tirá-la do testamento.

Cinco anos depois, Adriana Ferreira foi considerada culpada pela maioria dos jurados e condenada a 20 anos de cadeia pela morte do ex-companheiro, Renné Senna.
A decisão pode influenciar também um outro processo, só que na área cível, disputado entre os parentes de Renné Senna e Adriana para ver que tem direito à herança milionária deixada pelo ex-lavrador.

O julgamento
O julgamento começou na terça-feira (13), mas a batalha ficou mais acirrada nesta quinta, último dia do julgamento de Adriana Ferreira de Almeida. Pela acusação, a promotora de Justiça Priscila Xavier tentava comprovar a participação dela no assassinato do marido, Renné Senna, Enquanto o advogado de defesa, Jackson Rodrigues, afirmava que o MP não apresentou provas do envolvimento dela.

Em depoimento, prestado nesta quinta, ela disse que gostava do companheiro mas admitiu que tinha um amante desde meses antes da morte de Renné, que ficou milionário após receber um prêmio de R$ 52 milhões na Mega-Sena. Adriana disse ainda que não sabia que estava no testamento com direito a metade de tudo que ele deixasse. Falou ainda sobre uma cobertura em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos do Rio, comprada por ela, e alegou que era um presente do marido.
Depois de Adriana foi a vez da promotora Priscila Xavier falar pela acusação. Ela tentou desconstruir a versão de Adriana, começando pelo apartamento. Segundo a Promotoria, Renné não sabia da compra e ficou furioso quando foi comunicado pelo gerente da conta bancária conjunta entre o casal.

A promotora também refez a cronologia dos últimos dias que antecederam o crime. Disse, por exemplo, que Adriana teria trocado telefonemas com Anderson Souza, que foi condenado a 18 anos pela morte de Renné. O sigilo telefônico de Adriana foi quebrado durante o processo. Segundo a acusação, Adriana teria mandado matar Renné após ficar sabendo que ele pretendia retirá-la do testamento.
No segundo dia de julgamento, um gerente de banco que administrava uma conta conjunta entre Adriana e Renné Senna disse que os dois faziam retiradas, mas Adriana era quem mais movimentava, retirando cerca de R$ 10 mil por mês. Em um determinado momento, disse o gerente, Renné decidiu cancelar a conta.
O advogado de Adriana também falou com a reportagem. Ele lembrou do primeiro julgamento em que Adriana foi absolvida e que foi cancelado após um pedido do Ministério Público.
“Ela já foi submetida a um julgamento e a sociedade de Rio Bonito a absolveu. O MP conseguiu um novo julgamento e eu pensei que traria algo significativo, mas não tem nada de novo e não convence sobre a participação da minha cliente no crime”, declarou o advogado Jackson Rodrigues.

BOLADA MILIONÁRIA: Esposa X Filha…Será que depois de tudo isso ela ainda terá direito a herança?

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