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Morte de mulheres: famosas convocam mobilização após crime brutal

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Em solidariedade às mulheres argentinas que saíram às ruas para mostrar indignação frente ao caso de Lucia Pérez, que foi estuprada e assassinada por dois homens, e para alertar a população para um grave problema, anônimas e famosas brasileiras gravaram um vídeo impactante e de muita relevância.

Giselle Itié, Gloria Pires, Fernanda Souza, Paloma Bernardi, Jessika Alves e tantas outras mulheres, na gravação explicaram o que significa a palavra feminicídio e mostraram como ela surgiu.

Além disso, trouxeram dados alarmantes e que chocam: segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), dos 25 países com maiores índices de morte de mulheres com motivações de gênero, 14 estão na América Latina. Na Argentina, a cada 36 horas uma mulher morre por ser mulher. No Brasil, esse número é assustador: 1 vítima a cada 2 horas. São 12 por dia, 84 por semana, 336 por mês.

No último domingo (23), mulheres de São Paulo também saíram às ruas em solidariedade ao caso da Argentina e para chamar atenção para a situação no Brasil, que é ainda mais grave. Outras capitais como Aracaju e Belo Horizonte estão organizando manifestações.

O que aconteceu na Argentina?

Na última semana, após a divulgação dos relatórios de investigação, o mundo tomou conhecimento do caso brutal de Lucia Pérez, uma jovem de 16 anos, que foi estuprada e assassinada por dois homens. Eles tentaram encobrir o crime alegando que a vítima era namorada de um deles. Um terceiro suspeito, de 61 anos, foi preso acusado de ajudar a esconder o caso.

Menos de 20 dias depois, a Argentina registrou outros casos de feminicídio. Sílvia Filomena Ruiz e Marilyn Méndez, grávida de três meses, foram esfaqueadas. Vanessa Débora Moreno foi assassinada. Todos os autores dos crimes eram maridos ou companheiros das vítimas.

Logo após o ato no país, realizado no dia 19, um mesmo homem ainda assassinou sua ex-mulher, a tia e a avó dela, além de ter deixado duas crianças gravemente feridas, uma de 7 meses e outra de 11 anos.

Ni Una Menos Brasil

FeminicídioFeminicídioFe-mi-ni-cí-dioPalabra latinoamericana creada por la feminista mexicana Marcela Lagarde"Es el conjunto de delitos de lesa humanidad que contienen los crímenes, los secuestros y las desapariciones de niñas y mujeres en un cuadro de colapso institucional. Se trata de una fractura del estado de derecho que favorece la impunidad. Por ello afirmo que el feminicídio es un crímen de Estado"Feminicidio, palabra latinoamericanaSegún la ONU, 14 de los 25 países con mayor indices de feminicidio en el mundo están en América LatinaFeminicídioFue lo que se llevó la vida de Lucía Pérez, de apenas 16 años en Mar del Plata,dos hombres la drogarón,dos hombres la violaron, dos hombres la empalaron, dos hombres la asesinaron brutalmente.Cada 36 horas una mujer es víctima de feminicidio en Argentina, a cada dos horas una mujer es víctima de feminicidio en Brasil.El dolor de Lucía es el dolor de la mujer argentina, de la mujer latinoamericana, es nuestro dolor.Por eso levantamos nuestra voz, sea en Argentina, o sea en Chile o sea en México o sea en Brasil.Ni Una MenosNIUNAMENOSVivas Nos QueremosEl nuestro cuerpo nos perteneceToda la solidaridad de nosotras, brasileñas, a las demás compañeras latinoamericanas"Alerta, alerta, alerta que camina, América Latina va a ser toda feminista"

Posted by Hermanas on Sunday, October 23, 2016



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