Estupro coletivo: Tem reviravolta impressionante com revelaçao…

A adolescente vítima de um estupro coletivo na zona oeste do Rio sofreu abusos por dois grupos diferentes durante o fim de semana em que passou no morro da Barão. A informação é da titular da DCAV (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima), Cristiana Bento.

Segundo a delegada, a menina saiu do baile funk e foi para uma casa acompanhada de Raí de Souza, Lucas Perdomo e uma menina. No local, houve sexo consensual entre a vítima e Raí e Lucas e a menina. Por volta das 10h de 21 de maio, os três saíram da casa e deixaram a adolescente desacordada na casa. Horas mais tarde, um grupo de traficantes passou no local e levou a vítima para o “abatedouro”, já localizado pela polícia. O traficante identificado como Moisés Lucena, que teve a prisão pedida, foi responsável por levar a adolescente para o local. Lá, ela foi estuprada, com conjunção carnal, por ao menos seis outros traficantes.

Adolescente ficou desacordada por horas após ser estuprada

Na manhã de domingo, Raí, Raphael Belo e Jefinho encontram a vítima ainda no abatedouro e praticam nova violência sexual contra a adolescente. Cristiana Bento ressalta que tanto o ato praticado pelo grupo de Moisés como o ato registrado no vídeo feito por Jefinho são estupros. A delegada esclarece que estupro é qualquer ato libidinoso sem o consentimento da vítima. O segundo grupo tocou as partes íntimas da adolescente enquanto ela estava desacordada.

Bento informou também que o celular de Raí de Souza foi apreendido nesta sexta (3) e será enviado para a perícia. No aparelho foram feitas as imagens divulgadas nas redes sociais por Marcelo Corrêa e Michel Brazil no dia 25 de maio.

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No dia 20 de maio, uma jovem moradora da Taquara, zona oeste do Rio, saiu de casa para ir a um baile funk no morro da Barão. Dois dias depois, foi vítima de um estupro coletivo no alto da comunidade. A violação do corpo da vítima foi registrada em vídeo e foto, e divulgada em redes sociais. O crime chocou o País e teve repercussão internacional. O R7 refaz os passos da investigação até agora e aponta o que falta ser explicado sobre o caso.

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) anunciou nesta semana uma reviravolta surpreendente envolvendo o caso de uma menina estuprada coletivamente no Rio de Janeiro. O caso, que inicialmente chegou a ser apontado como mentira por um dos advogados, a partir de um vídeo mostrando o crime e de depoimentos de testemunhas chegou até à Vara Criminal Regional de Jacarepaguá, na zona oeste da cidade maravilhosa. Um dos envolvidos chegou a confessar que apenas fez o vídeo. A revelação dele foi capaz de ajudar à polícia a encontrar outros suspeitos.

Um dos encontrados foi o homem que aparece na imagem com a garota. Ela dá língua na foto. Esse suspeito disse que se arrependeu de ter tomado a atitude, mas que foi ele que, na verdade, teria salvo a menina de ser novamente violentada por homens da região. E lá que serão julgados os três acusados de participarem de um estupro coletivo de uma menor de idade no Morro do Barão. A garota chegou a dizer que foi obrigada a ter relações íntimas com mais de trinta homens ao mesmo tempo.

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