Depressão pós-parto: Causa, Sintomas e Tratamento

A mulher espera nove meses pelo acontecimento que mudará sua vida. O bebê nasce saudável, ela é liberada para voltar para casa e tudo parece estar bem. Mas algo faz com que a nova mamãe seja tomada por um misto de ansiedade e tristeza profunda, e comece a rejeitar as tarefas do dia a dia, e até mesmo os cuidados com o filho. Essas sensações podem ser sintomas da depressão pós-parto, uma condição psicológica causada pela montanha-russa hormonal que é a gravidez.

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Sintomas mais comuns
É essencial saber diferenciar a depressão pós-parto de uma simples tristeza momentânea. Para isso, além de ficar atenta ao próprio comportamento, a mulher precisa de respaldo médico, para conseguir diagnosticar e tratar o problema.

O distúrbio se instala lentamente no corpo, podendo se manifestar até um mês depois do parto. É muito comum que a mulher sinta uma tristeza sem explicação dois, ou três dias depois do nascimento, por causa das alterações hormonais. No entanto, se esse sintoma não desaparecer após algumas semanas, é um indício de que ela possa estar deprimida.

A rejeição do bebê, a insegurança, a falta de disposição para fazer as tarefas do dia a dia e a impressão de que nunca conseguirá ser uma boa mãe, são outros sintomas típicos da depressão pós-parto.

Causas da depressão
Durante a gestação, há a liberação em larga escala de hormônios como o estrogênio e a progesterona, que atuam na manutenção do feto e podem interferir na emissão de neurotransmissores. Depois do nascimento, os níveis hormonais despencam, fazendo com que haja um desequilíbrio no organismo. Essa condição pode causar o descontrole emocional e a sensação de melancolia.

Além dos fatores hormonais, a predisposição para transtornos psicológicos, e os traumas e preocupações que tenham ocorrido no período de gravidez, também podem ter influência sobre o organismo e ser uma das causas da depressão pós-parto.

Tratamento natural para a depressão pós-parto

Além do tratamento convencional com medicamentos alopáticos, é possível complementar o processo de cura com alimentos que combatem a depressão.

Tente seguir uma dieta saudável, com alimentos ricos em energia, como pães e cerais. As frutas e verduras também não podem ficar de fora, assim como os peixes e semente de linhaça, que são ricos em ômega 3. A ingestão de água em abundância também colabora no processo de cura da depressão, além de manter a mulher hidratada e melhorar a qualidade do leite materno.

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