Anorexia: Saiba Tudo Sobre essa Doença Psicológica de Grave Consequências

“Uma doença psicológica que tem consequências biológicas”. Assim a atriz americana Rachael Farrokh, de 37 anos, descreve sua anorexia. Famosa por sua atuação em alguns curta-metragens, ela lançou, junto com o marido, Ron Edmondson, uma campanha na Internet para arrecadar dinheiro para se tratar.

A atriz lida com a anorexia nervosa há cerca de 10 anos e chegou aos 19 kg. Ela começou a emagrecer muito rápido depois de ter perdido o emprego de forma inesperada e, ao longo desse processo, já passou por outros problemas de saúde como falência do fígado, insuficiência renal e parada cardíaca.

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Rachael antes e depois da doença

O marido explicou que, atualmente, mesmo que ela consuma muitas calorias, seu corpo pode gastar mais do que devia, fazendo com que ela perca ainda mais peso. “Essa doença vem com uma quantidade incrível de dor física e emocional, mas as pessoas pensam que é quem tem anorexia precisa apenas comer alguma coisa e vai ficar melhor. É uma situação médica muito delicada e o apoio de amigos e familiares tem sido uma foça para superar esse transtorno. Não quero perder a pessoa mais importante da minha vida”, disse, no texto publicado no site da campanha.

O que é anorexia?

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Uma pessoa com anorexia se olha no espelho e tem uma visão distorcida da sua imagem corporal, se vendo sempre gorda ou acima do peso e, por isso, recorre a dietas radicais ou até medicamentos para emagrecer cada vez mais. Esse trantorno alimentar atinge geralmente mulheres, da adolescência ao início da idade adulta. Segundo a nutricionista Lara Natacci, entre os principais sintomas de anorexia estão ansiedade, fuga de situações que envolvam alimentação, dieta exagerada, se pesar o dia todo, compulsão por atividades físicas, idas frequentes ao banheiro, insônia e depressão. Quanto antes o tratamento começar, mais chances de um resultado satisfatório.

No caso de Rachael, a campanha lançada na Internet é para custear esse tratamento da anorexia no único hospital especializado nos Estados Unidos. Outros hospitais se recusaram a aceitá-la como paciente porque ela não cumpre a exigência mínima de peso ou porque não têm conhecimentos ou recursos que possam salvá-la. Além disso, o marido não está trabalhando, pois largou o emprego para cuidar de Rachael. “O financiamento contribuirá para contas médicas e a doação em qualquer quantia é muito bem vinda. Quem não tem condições de ajudar financeiramente, por favor, nos mantenha em suas orações”, disse ele.

Assista ao vídeo da campanha:

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